terça-feira, 4 de abril de 2017

O que acontece em nosso corpo quando somos vacinados?


O que acontece em nosso  corpo quando somos vacinados?

Material técnico divulgado pelo Ministério da Saúde: 

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 176 p. : il. ISBN 978-85-334-2164-6.



 


O que é o sistema sanguíneo ABO? Por que é importante conhece-lo? Este vídeo de um projeto PIBIC/FAPEMIG/UFU (edital 04/2015), irá abordar rapidamente sobre antígenos e anticorpos do sistema ABO. Esperamos que gostem!


Autoria: Shyrlene Mendonça e Mônica Sopelete



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Você já ouviu falar de toxina escombroide?





Você ouviu relatos de pessoas que tiveram manifestações clínicas semelhantes à alergia alimentar após consumo de pescado e que depois voltaram a consumir novamente o mesmo alimento e não tiveram nenhuma alteração clínica? Pode ser intoxicação pela toxina escombroide.


Essa toxina é uma aminas biogênica associada à intoxicação alimentar, em especial devido a formação de histamina e também as condições intrínsecas do pescado que favorecem a multiplicação de micro-organismos que são responsáveis pela formação da toxina escombroide. 



O tema de aminas biogênicas no pescado, em especial a toxina escombroide, infelizmente ainda é de desconhecimento por parte de muitos acadêmicos e profissionais das áreas de ciências biológicas e biomédicas, apesar de sua grande importância em diversas áreas do conhecimento humano, por se tratar de uma questão de saúde pública relacionada a alimentos. Parte desse desconhecimento é devido à falta de dados na literatura médica acerca da prevalência e incidência de casos ou da baixa notificação aos serviços de saúde. Mas isso não exclui sua importância em saúde pública.

Assim, com objetivo de divulgar sobre a toxina escombroide eu e a profa. Dra. Kênia Carrijo (Faculdade de Medicina Veterinária/UFU) montamos um portfólio educacional digital. Utilizamos e hospedamos o portfolio na plataforma Glogster. A vantagem do portfolio é permitir reflexão das práticas desenvolvidas no processo de ensino-aprendizagem e a organização do conhecimento acerca do tema. Espero que gostem e conheçam um pouco da toxina escombroide.



Veja em: http://immunomoni.edu.glogster.com/toxina-escombroide/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Portfolio reflexivo sobre desenvolvimento de World Café para gestores do SUS


Olá Pessoal,


Estou retornando ao blog e com muitas novidades. Aos poucos postarei um pouco do que tenho feito na área de educação superior em Imunologia e em divulgação científica. Mas vamos por partes ...

Em janeiro de 2013 iniciei um curso de especialização em EaD na Universidade Aberta do Brasil (UAB) juntamente com a ENSP (Escola Nacional de Saúde Pública) e a FioCruz (Fundação Oswaldo Cruz) chamado Ativação de Processos de Mudança na Formação Superior de Profissionais de Saúde.

Meu primeiro desafio no encontro presencial em Salvador foi entender o SUS, mas baseando-me em metodologia ativa para a formação de meu conhecimento. Criticamente, montei um portfolio reflexivo sobre o SUS na forma de um Prezi. O processo me ajudou na formação desse conteúdo e deixo aqui para vocês o link do meu portfolio.


Ao voltar para nossas "aldeias" tínhamos o desafio de trabalharmos à distância um relato de prática  fictício, onde deveríamos desenvolver alternativas para que a equipe multidisciplinar de um hospital trabalha-se todas as faces do PNS (Plano Nacional de Saúde). Isso seria seria um grande desafio para os gestores do hospital, uma vez que eles relatam haver resistência de suas equipes em ver não somente a doença, mas o paciente como agente de sua saúde (física, emocional e social). Em minha síntese sugeri o World Café, um metodologia baseada na conversa entre grupos bem diversos em um ambiente aconchegante, buscando principalmente a inteligência coletiva e a participação motivacional de todos na resolução de problemas. O World Café é emocionante! Vale a pena conhecê-lo. Deixo aqui, a minha síntese na forma de um Prezi que montei sobre o World Café proposto para o Nosso Hospital. Espero que gostem e que os motivem a fazer World Cafés em suas aldeias. 

Grande abraço a todos!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Exossomos no leite materno?


Olá Pessoal,

Falando em divulgação científica não podemos deixar de comentar uma palavra um pouco diferente de nosso dicionário diário: Exossomos.



Mas o que serão exossomos? Será que eles estão presentes no leite materno humano? Quais suas funções? A palavra exossomos pode numa primeira leitura causar alguma estranheza ao leitor. Mas aos poucos, técnicos, acadêmicos e leigos estão entrando em contato com artigos científicos que relatam a importância desse componente.

Exossomos são nanovesículas limitadas por uma membrana derivada de endossomos. Uma grande diversidade de células é capaz de secretar essas nanovesículas. Muitos estudos têm demonstrado que elas carregam em seu interior vários componentes com funções imunes importantes, como moléculas do Complexo Principal de Histocompatibilidade, também conhecido como MHC, de classes um e dois, entre muitos outros.

Charlotte Admyre e colaboradores publicaram em 2007 um artigo que demonstra a presença de exossomos no leite materno humano. Em uma análise funcional, os autores observaram que várias moléculas estavam associadas ao exossomos no leite materno e que esses eram capazes de inibir, em cultura de células estimuladas com anti-CD3 a produção da interleucina 2 (IL-2) e de Interferon gama.

Qual o real papel dos exossomos presentes no leite materno humano em relação ao desenvolvimento do organismo do lactente? Ainda não se sabe exatamente suas funções, mas o artigo publicado por Admyre em 2007 é um bom começo para se entender um pouco mais sobre os exossomos. O artigo de Admyre pode ser resumidamente visualizado e ouvido na adaptação feita pelo Imunocast, mais precisamente no episódio 3 da série "A ciência diz" (http://imunocastufu.blogspot.com.br/2012/07/a-ciencia-diz-episodio-3.html.

Abraços e até a próxima 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Leite materno: riqueza de anticorpos


Olá Pessoal,

O Segundo episódio da série "A ciência diz" apresenta a adaptação do artigo publicado por Yuen e colaboradores na revista Clin Chim Acta, em 2012.
"Características nutricionais do leite humano fresco e refrigerado armazenados em Hong Kong: um estudo piloto", foi selecionado para ser apresentado no nosso blog e podcast, o Imunocast devido sua simplicidade e importância. 

Será que o leite materno de uma mãe oriental é semelhante ao de uma mãe ocidental? Outros estudos apresentam levantamentos mais completos sobre essa questão (no futuro iremos apresentá-los também). Yuen et al. 2012, empregando uma metodologia simples não encontraram diferença, quanto características nutricionais, entre o leite materno de mães de Hong Kong e de mães ocidentais avaliadas no estudo. Mas surpreendentemente, o leite de mães chinesas apresentaram níveis maiores de IgA secretora (veja Imunocast, série imunologia de berço, episódio 2) 
e menores de triglicérides.

Assim, possivelmente a dieta e o estilo de vida, aliado a características genéticas poderiam estar influenciando a concentração de alguns componentes imunológicos no leite materno. Mais estudos serão necessários para determinar quais fatores podem ser decisivos na determinação de um leite materno imunologicamente mais rico.

Acesse o episódio completo no blog Imunocast e leia mais a respeito. Caso você tenha comentários ou sugestões entre em contato. Visite-nos no Facebook.

Imunocast:  http://imunocastufu.blogspot.com.br 
Grande abraço a todos!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Leite materno: Inteligência imunológica?

Olá Pessoal,

Estou aqui para divulgar nossa primeira publicação no blog Imunocast. O primeiro episódio da série "A ciência diz" apresenta o artigo publicado por Castellote et al. 2011 "Influência do parto prematuro na composição imunológica do colostro, leite de transição e do leite maduro humano", publicado no Journal of Nutrition. Nas postagens, o visitante poderá ouvir o episódio em Podcast e acessar o texto da transcrição do áudio em pdf.


Será que levando-se em consideração os componentes imunológicos, o colostro de mães que tiveram bebês prematuros é diferente do das mães que tiveram bebês a termo (próximo a 40 semanas de idade gestacional)?


O artigo comenta e esclarece exatamente esta questão. O colostro é um alimento tão completo que se adapta as necessidades, não só nutricionais, mas também imunológicas do recém-nascido. Assim, o colostro  fornecido pelas mães de bebês prematuros (idade gestacional de 30-37 semanas) apresenta-se  extremamente rico na maioria dos componentes avaliados no estudo, quando comparado ao colostro de mães de bebês a termo (38-42 semanas). Mas comparando-se o colostro de mães de bebês muito prematuros (menor de 30 semanas) com o de bebês prematuros, os autores relatam que a baixa idade gestacional estaria influenciando na qualidade imunológica do colostro, uma vez que ele não é tão rico quanto ao de mães de bebês prematuros.


Assim, o colostro e leite materno adaptam-se exatamente as necessidades imunológicas do bebê. Que outro alimento que você conhece age dessa forma? 


Acesse o episódio completo no blog Imunocast e leia mais a respeito. Caso você tenha comentários ou sugestões entre em contato.


Imunocast:  http://imunocastufu.blogspot.com.br 
Grande abraço a todos!